segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Orgulhosamente só!
Se eu fosse rico...
Por tudo isto, cada vez mais sinto que eu não nasci para estas coisas de andar aí a dar banhos aos velhinhos e a fazer pensos e a dar injecções. Não, a minha vocação é viver em hotéis e passear por sítios novos! E faz-me espécie, a sério que faz, quando alguém afirma que mesmo que fosse premiado com o Euromilhões que continuaria a trabalhar. Porque senão seria chato. E nesta altura apetece-me estrangular alguém.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Subir os padrões.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Porque não começar em Agosto?
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
All night long!!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Voltem sempre!
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
As voltas que a vida dá.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
A Verdadeira Felicidade.
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Não doeu!!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Viagem de autoconhecimento.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A nova canção-fétiche.
Muito seventies, a lembrar os Led Zeppelin, e mesmo a calhar para quem, como eu, já tinha saudades da pureza de uma guitarra bem esgalhada!! Rock on baby!!!
Fogo-de-artifício verbal.
Tacanhos.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Quem tem cú... (tomo 2)
domingo, 8 de novembro de 2009
Quem tem cú...
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
O Encontro.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Ó MALTA!!!
A culpa foi minha mas...
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Atrás do espelho quem está?
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Esquizo-histerismo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Fétiche.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Sim, pois claro...

Erros.
A primeira vez que realmente errei, colocando em risco a vida do paciente, era ainda um estagiário do último ano. Depois de administrar insulina a um doente apercebi-me que tinha picado o doente errado. A insulina em doentes com níveis de açúcar normais no sangue vai baixar esses mesmos níveis a níveis potencialmente fatais. Recorri à enfermeira responsável pelo meu estágio e expliquei-lhe o que estava a acontecer. Ela, experiente, ajudou-me a monitoirizar o doente a manter os níveis de glicémia em valores normais. O único prejudicado foi o doente que foi picado nos dedos a cada hora, durante toda a noite!!! Esta foi uma valiosa lição para mim e hoje não administro nada sem me certificar que tenho o medicamento certo e o doente certo! Este foi um erro causado pela desatenção e pela inexperiência.
O segundo erro marcante ocorreu na Urgência de um grande hospital da zona de Lisboa, com uma afluência desumana, era eu já um enfermeiro certo das minhas competências e já com alguma experiência. Ao tratar de uma doente, estando munido de todo o material para colocar um soro numa veia e com todas as seringas cheias com os fármacos prescritos, coloquei o soro endovenoso em curso e comecei a injectar todos os fármacos prescritos. incluindo um que tem indicação para ser dado APENAS por injecção intramuscular (na nádega) e NUNCA endovenoso... Assim que terminei de injectar o fármaco, o meu erro atingiu-me na barriga como se fosse um murro! Naquela altura só havia uma coisa a fazer: vigiar a doente e estar preparado para o pior. Felizmente a doente não se ressentiu e tudo correu pelo melhor. Neste caso o erro foi potenciado pela pressa e pelo escesso de trabalho com que somos confrontados. Depois disto já tive vários sustos mas nada de grave!!
O mesmo já me aconteceu com médicos. Um que prescreveu um fármaco anti-convulsivo numa dose DEZ VEZES superior ao indicado que, se fosse administrado seria a morte do doente! Inexperiência. No outro, um experiente e competente médico prescreveu um fármaco cardíaco numa dose três vezes superior ao indicado, o que significaria também a morte do paciente. Aqui, excesso de trabalho. Em ambos os casos, os médicos ficaram gratos pela minha atenção.
Obviamente que somos humanos e podemos errar mas, no nosso caso, a tolerância com o erro é nula. Nem poderia ser de outra forma. Estes casos que descrevi serviram para que eu aprendesse a evitar esses erros mas o que me preocupa são os erros não detectados. Porque morrem doentes em circunstÂncias estranhas, principalmente em Urgência e nem sempre (quase nunca) quem erra partilha essa experiência com os restantes. O erro médico é a "besta" que ninguém quer encarar ou admitir, o "tabu" que não interessa ser desvendado, uma "área cinzenta" onde ninguém sabe bem quem é ou foi responsável. E (aos futuros enfermeiros que seguem este blog, prestem atenção) quando um médico cai, nunca o faz sozinho! Arrasta consigo alguns outros profissionais, quase sempre enfermeiros. Chama-se "erro médico" mas não é certamente só aplicado aos médicos.
sábado, 24 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Por ali e por além...
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
10 m2
Sentou-se a medo. Sentiu as molas do sofá quando se sentou e ouviu-as ranger, cedendo ao seu peso. Pegou numa revista e viu uma foto do Goucha ainda com bigode e com um aspecto sóbrio. Estava à espera de uma reunião importante com o Director da empresa onde trabalhava. Sentia um tremor constante no corpo que o obrigava a constantemente mudar de posição. Sacou do telemóvel e pesquisou em todos os itens do menu até se cansar. Passaram 5 minutos. Levantou-se e percorreu a sala em todo o seu comprimento. Olhou pela janela. Estava num rés-do-chão que dava para as traseiras do prédio. Contentores do lixo, móveis velhos e partidos, um gato. Ensaiou o discurso que convenceria o Director a promovê-lo. Era essencial que assim fosse. Precisava do dinheiro. A casa, os miúdos, os carros. Passou as mãos pelo beiral do lambrim. Pó seco e antigo entrou-lhe pelo nariz. Detestava pó, estava agora com dor de cabeça. A porta de entrada, fechada, tinha um vidro fusco que apenas lhe permitia ver vultos. Sobressaltava-se quando ouvia passos no enorme corredor vazio lá fora e decepcionava-se quando o vulto passava, apressado pela porta, sem se deter. Passaram 20 minutos.
O relógio parecia zombar da sua impaciência. O grande ponteiro dos segundos, sempre irrequieto no horário de trabalho curto para as tarefas a desempenhar, estava agora apático, sonolento. Arrependeu-se de ter deixado a "Visão" daquela semana no carro. Poderia lá ir buscá-la mas tinha sido avisado da falta de tempo do Sr. Director, da sua intolerância aos atrasos. Não queria arriscar ser chamado durante aqueles minutos de ausência. Ficou. Fixou as formas retorcidas da base da mesinha, em ferro forjado. Desenhou-as com a mente e confirmou em seguida o seu sucesso. As mancha de humidade na parede eram agora manchas de Rorschach. Viu um lobo, um punhal, uma bala, uma caveira. Passaram 2 horas.
Ouvia o seu coração ribombar, os dentes a ranger, a respiração a acelerar, os pêlos a eriçar, os ratos a correr nas paredes, os insectos a roer a madeira. As manchas de humidade cresceram. Um punhal, uma bala, uma caveira. Cocou a cabeça despenteando os cabelos. O discurso ensaiado estava confuso, palavras soltas, vagas, incoerentes. A mente vazia. Passaram 5 horas.
Um vulto trespassou o vidro frio da porta "Acompanhe-me". As pernas torpes, dormentes, bambas. Cambaleou, seguiu e endireitou-se. O coração disparou. Entrou no gabinete. "Não tenho muito tempo, seja breve." Engoliu em seco, a voz secou. "Desembuche homem!", a língua gelou. "Se não tem nada a dizer, homem, saia." Não saiu. "Está parvo? Quer ser despedido?!??!!" Não respondeu.
Um punhal, uma bala, uma caveira.
Papéis
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Mau Karma.
Fantástico!
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Pingo Doce, venha cá!!
Quem fala assim não é (Sara)gago!
"A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana."
Para quem, como eu, ficou fã do Saramago através do "Evangelho Segundo Jesus Cristo" (que grande chapada no Vaticano!) este "Caim" vai ser um petisco!
domingo, 18 de outubro de 2009
The night is so pretty and so young...
E, desde esse dia que esta música assalta a minha mente nas mais variadas situações e dou por mim a assobiar a melodia enquanto espero pelo elevador...
sábado, 17 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
O Colchão Vazio.
Isto não é um baby-blog.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Toda a gente tem um chefe...
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Escondido à vista de todos!
-Olá!! Há quanto tempo! Faz o quê... 2 anos que não nos encontrávamos?
-Sim! Ainda não tinha nascido o teu filho!
-Os teus estão uns homenzinhos!! Lembro-me deles bem pequeninos... Mas estás bem, estás com óptimo aspecto!! Há algo de diferente em ti...
-Ah.... sim, aumentei os seios!!
...
...
...
(a minha mente travou a minha língua e, em milissegundos, procurou uma resposta)
a) Ficam-te bem!
b) São muito giras!
c) Posso ver melhor?
d) Posso tocar-lhes?
e) AH! Então é por isso que não consigo parar de olhar para o teu decote!
f) São lindas de morrer!
g) Realçam os teus olhos!
...
- Ehhhh... então parabéns! Vemo-nos por aí!!
O que é que se diz numa situação destas, por deus??
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Wild, Wild West
Irra!
sábado, 10 de outubro de 2009
Mate Poaching...
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Mata Hari.
-"Ora Sr. Enfermeiro, não faça isso... é feitio dela sabe" (foge com o rabo à seringa!)


