segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Mais um pensamento pensado pela minha cabeça pensante...

Há médicos que percebem muito dos medicamentos e das doenças. Outros há que percebem de doentes.
Qual preferiram?

12 comentários:

  1. os que percebem de doentes... de medicamentos até os farmaceuticos (alguns, vá) percebem!

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  2. O que percebe de doentes. Que quanto ao resto, vem por arrasto, está nos livros, pode estudar. O importante é que se preocupe com o doente e não só com o que lhe vai prescrever, acho eu.

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  3. Prefiro os que percebem de doentes......Medicamentos para as cada uma das doenças há uma infinidade deles( os livros e a prescrição existente nas embalagens dos medicamento ajudam nessa tarefa). Os médicos é que precisam entender do que os doentes se queixam, acredito que não é nada fácil....cada caso é um caso e por vezes nada é o que parece.

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  4. O enfermeiro que se dá ao trabalho de pensar naquilo que faz... o tal de Farda branca ou verde, socas azuis leves e confortáveis. Seringas, agulhas, adesivo canetas, papéis sei lá mais o quê nos bolsos. Pernas doridas... Ah!(já me esquecia) Mal pago!

    ;)

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  5. Não haverá médicos que percebam dos dois? Caramba...

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  6. Venha o diabo e escolha!!

    Feliz Natal, cheio de coisas boas!!!
    Muita saúde, muita paz e muito amor!!
    Beijocas grandes e boas festas!!

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  7. Eu prefiro o que percebe das duas coisas. Há-de haver, certo? Enquanto potencial doente quero acreditar que sim! :)

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  8. e que tal um que perceba um bocadinho dos dois, pode ser ou está em vias de extinção?

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  9. Em doenças a sério não somos curados com psicologia... Portanto, entre os dois prefiro o primeiro; mas conheço quem percebe de ambos.

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  10. O que prefere de doentes. É incrivelmente triste que não existam os que percebam dos dois. Mas o índice nacional terapêutico faz milagres para quem não percebe do primeiro, já do segundo não há índice em nenhuma biblioteca de qualquer escola de saúde. Eu cá hei-de perceber doentes !

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  11. Os que percebem de medicamentos e doenças. Claro que é sempre importante o resto, mas não é essencial.

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