A novidade ainda não é oficial, foi um passarinho que me soprou ao ouvido... A ansiedade continua cá, apaziguada pela informação informal que tudo se irá resolver dentro do esperado e dos prazos. Mas, tal como Tomé, eu só acredito quando tiver o papelinho na mão!
Deparo-me agora com uma situação que já não vivia há muito, uma espécie de limbo, uma zona intermédia entre o meu passado e o meu futuro. Por um lado tenho de continuar a trabalhar nos sítios de sempre mas por outro, a minha imaginação já não está cá. A minha mente está noutra dimensão, mais à frente no tempo, imaginando o que vai ser, o que vai acontecer, traçando cenários no novo hospital, no novo serviço, na nova casa, no novo país. Como será falar francês todo o dia, todos os dias, como serei recebido e integrado na nova equipa, como será a adaptação ao clima, como será a nossa nova casa? Preocupo-me principalmente com a integração do Gabriel na nova escola com uma língua diferente, com o facto do David ter que ir para uma creche. Penso em tudo o que terei que fazer de novo lá. E estou entusiasmadíssimo com tudo isso!
Mas também tenho montes de coisas para resolver por aqui. Mas com isso não sonho.
Já não estou cá, estou além!
...e quem muda Deus ajuda!
ResponderEliminarSerá bom, os filhotes vão adaptar-se bem, tal como os papás!!!
ResponderEliminartudo de bom...
A adaptação deles vai ser com uma perna às costas. Quanto ao resto, vai dar trabalho, vai dar gozo, vai haver surpresas boas e más. Espero que valha MUITO a pena. E sempre bom estar a um par de horas de casa, se as saudades apertarem.
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